CPT - Centro de Produções Técnicas

O Sindilat/RS manifesta preocupação com o protesto dos caminhoneiros que está impedindo a livre circulação de caminhões no Estado. Segundo o sindicato, baseado em relatos de associados, há casos de caminhões carregados com leite em seus tanques ou que precisam coletar o produto nos produtores e postos de resfriamento e que estão sendo obstaculizados e impedidos de realizar o trabalho. O problema, que impede a chegada de leite à indústria para processamento, está ocorrendo em diversas regiões gaúchas. O Sindilat lembra que o produto é perecível, precisa ser mantido sob refrigeração e está sujeito a perder qualidade com o passar do tempo. O presidente da entidade, Alexandre Guerra, afirma que o protesto dos caminhoneiros causa prejuízo econômico à indústria e produtores e poderá provocar dano ambiental, aludindo à eventual necessidade de descarte de leite, em caso de o movimento perdurar. O Sindilat entende o pleito dos caminhoneiros, mas acredita que cadeia leiteira, como outras atividades econômicas, não pode ser prejudicada. No caso do leite, por exemplo, há cargas destinadas ao abastecimento da cesta básica, hospitais e creches. O Sindilat estuda ingressar com ação judicial buscando garantir a livre circulação dos caminhões de transporte de leite, sob o argumento de que estão sendo atingidos o direito constitucional de ir e vir e a liberdade econômica, entre outros fundamentos. O Rio Grande do Sul produz, em média, 13 milhões de litros de leite por dia.

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