CPT - Centro de Produções Técnicas

As secas prolongadas que atingem a Bahia prejudicam a produção de laticínios no estado, segundo o presidente da seccional baiana do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindleite), Lutz Viana Rodrigues Júnior. O empresário falou sobre o mercado de laticínios durante evento interno da empresa Laticínios Da Vaca, da qual é fundador e diretor-executivo, neste domingo, 14. Lutz Rodrigues explicou que, apesar de ser um grande consumidor de laticínios, a Bahia não produz muito no segmento: "A produção baiana de leite é insuficiente para atender a demanda do estado". "Isso acontece por conta das secas prolongadas, que prejudicam a criação de gado (os animais têm menos alimento disponível). Automaticamente, cai também a produção dos laticínios", completou. "O segmento de leite e derivados tem crescido de 5% a 6% anualmente nos últimos quatro anos", informou Rodrigues. O aumento se deve à entrada de novos consumidores. <b>Novidades</b> Neste domingo, a Laticínios Da Vaca reuniu representantes da empresa que atuam em 14 estados do Brasil, além de alguns funcionários das indústrias, a fim de fazer uma avaliação do ano anterior e planejar as ações do ano que está começando, o que incluiu o lançamento de novos produtos. A edição de 2016 do encontro aconteceu no Holtel Deville, em Itapuã. O primeiro anúncio feito pelo diretor-executivo foi dos queijos com 0% de lactose. Além disso, está previsto para março, o lançamento da linha culinária de requeijões (voltada para confeiteiras e salgadeiras). Já para junho, será a vez de começar a comercializar o queijo gouda, tipo reino e parmessão (na versão fracionado de 200g) e o queijo parmesão ralado (nos tamanhos 50g, 100g e 1kg). A Laticínios Da Vaca começou a atuar no município de Ibirapuã (907 km de Salvador) e se tornou liderança no segmento de queijos, primeiro na Bahia, depois no Nordeste.

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