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Uma vez confirmada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) deve promover uma ampla reforma na pasta, com a troca de comando em todas as secretarias do órgão e a indicação de nomes de sua confiança com os quais já trabalha na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade presidida por ela. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, Kátia ainda pretende dar prioridade a aliados do vice-presidente Michel Temer (PMDB), no qual encontraria um suporte mínimo dentro do partido para comandar a Agricultura. Com isso, o grupo do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que mantém uma relação conflituosa com o Planalto, perderia espaço. Dois nomes de sua confiança na CNA são presença certa na equipe: Og Arão Vieira Rubert, secretário-executivo do Instituto CNA, e Décio Coutinho. A senadora ainda tem planos para Francisco Jardim, que já comandou a Superintendência Federal de Agricultura em São Paulo e foi secretário de Defesa Agropecuária, sempre bancado pelo deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP). Recentemente, ele se aproximou do PMDB paulista e de Temer e pode ser o secretário-executivo do Ministério da Agricultura na gestão de Kátia. Jardim substituiria José Gerardo Fontelles, que já ocupou quase todos os cargos possíveis no ministério. A Secretaria de Defesa Agropecuária, ocupada hoje por Rodrigo José Pereira Leite Figueiredo, indicado por Eduardo Cunha, também teria o comando substituído. <b>JBS</b> Veículos de comunicação nacionais apontam rumores de que a JBS estaria tentando evitar a nomeação de Kátia ao ministério. A assessoria de imprensa da empresa informou que "nunca atuou para impedir a indicação da senadora Kátia Abreu para assumir o Mapa" e que a "companhia não tem absolutamente nada contra sua indicação".

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