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Seis dias depois de serem presos, pai, filho e nora suspeitos de manter, em Teutônia, no Vale do Taquari, um esquema de adulteração de leite, conseguiram alvarás de habeas corpus. Eles devem deixar nesta terça-feira o Presídio Estadual de Lajeado. Eles eram sócios da LTV, que conforme a quinta fase da Operação Leite Compen$ado, do Ministério Público, vendeu leite para a PavLat, de Paverama. Um dos homens havia sido preso preventivamente em maio de 2013, mas solto em setembro do Presídio de Guaporé. Durante o período em que esteve detido, no entanto, a família seguiu no esquema e a esposa passou a auxiliar nas fraudes. De acordo com novas investigações, a quadrilha encaminhou para a PavLat cargas diárias de até 12 mil litros de uma solução de maltodextrina com soro, em vez de leite, por diversas vezes. Além disso, também cargas de leite contendo antibiótico eram descarregadas nos silos sem haver nenhuma referência à fiscalização. Depoimentos dão conta que, em um posto de resfriamento da LTV, havia uma caixa d’água de dez mil litros já com ureia contendo formol e, por dentro da parede, uma canalização levando direto para o silo onde o leite era armazenado.

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