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O leilão das instalações da massa falida da Indústria de Alimentos Nilza recebeu cinco propostas de interessados. O prazo final para envio delas foi na segunda-feira (3) e a abertura dos envelopes ocorrerá às 15h de sexta-feira, dia 7. Segundo o juiz Héber Mendes Batista, da 4ª vara Cível de Ribeirão Preto, responsável pelo processo de falência, duas das propostas recebidas foram do mesmo proponente. “Imagino que sejam para ativos diferentes, mas não dá para saber. Só vamos descobrir na sexta-feira, quando acontecerá a abertura dos envelopes”, explica. O administrador judicial Alexandre Borges Leite reforça que somente daqui a dois dias será possível tomar ciência destas propostas. Porém, ele afirma que três delas vêm de empresas ligadas à área de laticínio. A partir da abertura dos envelopes, o juiz decidirá qual a proposta mais vantajosa para a massa falida. “Uma que tenha valor superior às demais e que consiga quitar parte dos credores”, diz. Mas, ainda há a possibilidade de o leilão ser cancelado. “Isso pode acontecer se oferecerem um preço vil. Então, vou indeferir e agendar uma nova data para o leilão”, afirma o juiz. Segundo ele, a expectativa para o leilão é boa. “Acredito que vamos ter ofertas que satisfaçam a massa falida. Isso é o que esperamos”, frisa. Leite também está otimista. “A expectativa é boa. Temos os interessados e acreditamos no sucesso do leilão”, reforça. <b>Próximos</b> De acordo com o administrador judicial, passado o leilão da massa falida, ele deve entrar com petição para dar andamento aos próximos leilões, referentes a um terreno em Alfenas (MG), um posto de abastecimento em Quartel Geral (MG) e ao leilão dos veículos e caminhões da Nilza. <b>Leilão ocorrerá em audiência pública</b> O leilão da Indústria de Alimentos Nilza ocorrerá mediante propostas fechadas, conforme decisão do juiz Héber Mendes Batista. Os envelopes serão abertos às 15h de sexta-feira, dia 7, em uma audiência pública. Para o juiz, os credores, o Ministério Público, um grupo de empregados, e os interessados devem comparecer ao leilão. Caso haja necessidade de realização de audiências, as datas definidas são: 14 e 21 de novembro; sempre às 15h. A avaliação de bens nas unidades de Ribeirão Preto, às margens da Rodovia Anhanguera, de Itamonte (MG) e de Campo Belo (MG) está estimada em R$ 120 milhões, cerca de 30% da dívida junto a funcionários, bancos e demais credores, prevista entre R$ 400 e R$ 500 milhões.

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