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Servidores da Superintendência Federal de Agricultura no Estado de Mato Grosso (SFA-MT), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(Mapa) estão revoltados com a nomeação, sem prévia consulta, do superintendente do órgão, José de Assis Guaresqui, que não tem qualquer vínculo com o órgão. Com isso o fiscal federal de carreira Francisco Moraes Chico Costa que ocupava o cargo e conta com a simpatia da maioria dos funcionários federais, foi exonerado. Para eles, a nomeação foi meramente política, vinda do alto escalão do governo federal, cuja ministra Kátia Abreu, tem fortes ligações com o agronegócio. Guaresqui foi ex-vice-prefeito de Cáceres, ex-adjunto e ex-secretário estadual de Esportes no governo Silval Barbosa e conta com vários padrinhos políticos. O repúdio prende-se ao fato de que a SFA executa atividades como vigilância vegetal e animal, inspeção e classificação de produtos de origem animal (fiscalização de frigoríficos de bovinos, aves, suínos, pescado e jacarés, fabrica de laticínios, entrepostos de ovos e mel entre outras), subprodutos e resíduos de valor econômico, fiscalização dos insumos e dos serviços usados nas atividades, bem como a vigilância agropecuária de portos, aeroportos e postos de fronteira internacionais, as quais exigem conhecimento técnico, científico e legal, o que não ocorre com o indicado, alheio às normas e missões deste serviço. Hoje, os servidores marcaram ato de protesto em frente à superintendência, com 100% de participação, desde o pessoal administrativo, agentes de inspeção até os fiscais federais. Não revertendo esta situação, a categoria reivindica o nome de um funcionário de carreira, caso contrário a paralisação poderá ser ampliada.

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