CPT - Centro de Produções Técnicas

O Ministério Público em Londrina não encontrou irregularidades nas amostras de leite na Cooperativa Central Agro-Industrial Ltda (Confepar), recolhidas no início de abril deste ano, após determinação da 5ª Vara Criminal de Londrina. Em entrevista à Rádio Paiquerê AM, o promotor de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos do Consumidor Miguel Sogaiar informou que os laudos, produzidos pelos laboratórios Central do Estado do Paraná (Lacen) e também do São Camilo, conveniado do Ministério da Agricultura, tiveram resultados satisfatórios. Ele foi procurado pela reportagem de odiario.com, mas não pôde falar justificando agenda extensa, pois assume interinamente as promotorias de Saúde Pública e Meio Ambiente, devido as férias de outros promotores. De acordo com a assessoria de Sogaiar, não foram encontrados resquícios de adição de formal, ureia e água no leite cru envasado pela empresa de Londrina. Enquanto isso, o promotor deve continuar com as investigações. As próximas medidas a serem tomadas não foram reveladas, mas de acordo com a assessoria, conforme a necessidade serão instruídas novas diligências. Sogaiar deverá apurar denúncias que apontam que o leite não aprovado pelo MP do Rio Grande do Sul tenha sido encaminhado e comercializado em Londrina. <b>Condenação</b> Em dezembro do ano passado, o médico veterinário Daniel Riet Villanova foi condenado pela Justiça do Rio Grande do Sul a 11 anos e sete meses de prisão, acusado de participar de um esquema de adulteração de leite, com a adição de água e uréia. Além dele, também tiveram condenação prolatada Paulo César Chiesa, João Irio Marx, Angélica Caponi Marx, Alexandre Caponi e João Cristiano Pranke Marx. A fraude foi descoberta pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul ainda no primeiro semestre de 2013, durante a Operação Leite Compen$ado.

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