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O Ministério Público apresentou à Justiça, nesta sexta-feira (10), denúncia contra 21 pessoas envolvidas na fraude investigada pela Operação Queijo Compensado 3. O documento, assinado pelo promotor de justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, relata 22 fatos delituosos contra os acusados – por adulteração de alimentos e organização criminosa. As investigações, da 3ª fase da operação, apontaram irregularidades em laticínios, como adição de amido de milho no queijo, que é utilizado para mascarar uma colocação menor de leite do que é exigido pelas normas. Além disso, empresas que possuíam permissão para comercializar apenas dentro do município em que são fabricados os produtos foram flagradas vendendo clandestinamente em outras cidades. A denúncia foi apresentada à Justiça de Constantina, no Norte do Rio Grande do Sul, pelo Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – Segurança Alimentar. O Ministério Público pediu a manutenção da prisão de cinco dos denunciados. E a conversão da prisão provisória em preventiva, do responsável pela manutenção dos alimentos de uma das empresas. Também requereu a decretação de medidas alternativas diversas da prisão de dez implicados.

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