CPT - Centro de Produções Técnicas

Após deflagrada a sexta fase da operação Leite Compen$ado, o Ministério Público (MP) juntamente com o Ministério da Agricultura articula uma reunião com as principais empresas de laticínios do Rio Grande do Sul para os próximos dias. O promotor Alcindo Bastos afirmou que o objetivo é definir uma forma consensual para o controle de qualidade do leite. “Temos a ideia de fazer uma grande reunião com as principais empresas do Rio Grande do Sul de laticínios, que têm serviços inspeção de federal e movimentam em torno de 95% do leite que circula do Estado. Vamos tomar algumas medidas que acreditamos que podem ser feitas de forma consensual. Enquanto as indústrias seguirem recebendo leites com péssima qualidade, como o de hoje, os fraudadores não vão parar”, declarou o promotor à Rádio Guaíba. A operação deflagrada nesta quarta-feira foi realizada pelo MP em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Receita Estadual e Brigada Militar (BM). O alvo foi a Confepar Agroindústria Cooperativa Central, que tem matriz no Paraná e comercializa leite e derivados da marca Polli apenas no estado do Paraná. A empresa administra duas unidades clandestinas na região das Missões e em Taquaruçu do Sul, na zona de Produção do Rio Grande do Sul, onde três pessoas foram presas nessa manhã. No começo desta tarde, uma quarta pessoa foi presa – um transportador que já havia sido flagrada na primeira fase da Leite Compen$ado e que ainda responde processo criminal pela fraude. O promotor Alcindo Bastos ressaltou que os fiscais do Mapa do Rio Grande do Sul estão em contato com os do Paraná para que sejam tomadas medidas para a troca de leites contaminados que tenham chegado ao consumidor.

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