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Após leilão realizado nesta sexta-feira (17), o juiz Heber Mendes Batista, da 4ª Vara Cível de Ribeirão Preto, ampliou o prazo por mais cinco dias para que os interessados em arrematar equipamentos e a fábrica da massa falida da Indústria de Alimentos Nilza possam aumentar os lances.  

 
Dez interessados participaram do leilão, que aconteceu presencialmente no Fórum de Ribeirão Preto, por meio de propostas apresentadas em envelopes. Mas, as ofertas apresentadas não ficaram de acordo com o esperado pelo administrador da massa falida da Nilza, o advogado Alexandre Borges Leite. “Fiquei um pouco frustrado”, disse.  
 
Isso porque, os lances dos participantes do leilão não chegaram próximo dos valores em que os bens estão avaliados. Estão sendo leiloados três lotes, sendo dois referentes a planta e o maquinário de Ribeirão Preto, avaliados em cerca de R$ 55 milhões, e o outro lote da unidade de Itamonte, em Minas Gerais, avaliada em aproximadamente de R$ 20,5 milhões.  
 
O maior lance de dois lotes a disposição foi de R$ 15,7 milhões, outro concorrente ofereceu R$ 9 milhões para arrematar dois imóveis da Nilza localizados em Ribeirão Preto, e um terceiro participante do leilão ofereceu R$ 6 milhões pela planta de Ribeirão Preto.  
 
Os mesmos cinco dias concedidos pela Justiça poderão ser utilizados por participantes do leilão para impugnarem alguma proposta. Ao término do prazo, o decidirá se acatará as propostas ou não.  
 
A dívida da Leite Nilza é de aproximadamente R$ 700 milhões e cerca de mil funcionários e outros credores aguardam para receber da empresa. A Indústria de Alimentos Nilza teve a falência decretada, no ano de 2012.
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