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A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, disse ontem, durante audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não deixarão o setor agropecuário sem recursos, numa alusão ao ajuste fiscal anunciado pelo governo. Ela admitiu que os programas de armazenagem e o Moderfrota podem ter alguma redução de recursos, mas no caso de custeio não haverá nenhuma limitação. Mais do que garantir a continuidade dos recursos, a ministra assumiu um compromisso com o setor: "Estou trabalhando para aumentar os recursos", disse. Ela citou o peso do ajuste fiscal no Plano de Safra Agrícola e Pecuário 2015/16. Segundo a ministra, nos últimos anos faltaram recursos para a defesa agropecuária nos estados, mas isso será corrigido. Kátia disse ainda que pretende chegar a R$ 750 milhões para o seguro agrícola. Questionada sobre o pagamento de subsídios atrasados e que deveriam ter sido quitados até o ano passado, a ministra explicou que fechou um acordo com a presidente Dilma Rousseff para que os R$ 300 milhões que ficaram atrasados fossem pagos com recursos deste ano ainda no primeiro semestre. Na segunda metade do ano, um crédito suplementar será aberto para complementar a diferença que foi tirada. A ministra ressaltou que os caminhoneiros são prioridade máxima para o governo, que também estará aberto para ouvir as demandas. Segundo ela, a intenção é evitar novas paralisações em protesto contra os preços do frete e do pedágio.

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