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A Justiça de Ibirubá, no Noroeste do Rio Grande do Sul, condenou mais cinco envolvidos na fraude do leite investigada na primeira fase da Operação Leite Compensado, deflagrada em maio de 2013. A sentença foi assinada pelo Juiz Ralph Moraes Langanke no dia 31 de março, mas o resultado foi divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Ministério Público. O sócio de uma transportadora envolvida na adulteração foi condenado a nove anos de reclusão em regime fechado. Dois produtores rurais foram sentenciados a oito anos e nove meses e a oito anos e um mês, também em regime fechado, enquanto duas funcionárias de um posto de resfriamento terão de cumprir dois anos e um mês de reclusão em regime inicial aberto. Todos os réus podem recorrer da decisão em liberdade. No mesmo processo, a Justiça de Ibirubá já havia condenou outras seis pessoas por adulteração no leite com a adição de água e ureia, substância que contém formol. Na segunda fase da investigação conduzida pelo Ministério Público (MP) já foram condenadas quatro pessoas, entre elas um ex-vereador da cidade de Horizontina.

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