CPT - Centro de Produções Técnicas

A especialista abordou principalmente sobre o contexto em que o Brasil se encontra hoje, o quanto a cadeia de alimentos está suscetível com a era da informação e também os reflexos que isso traz para a cadeia de produção e fiscalização. Existem diversos tipos de fraudes, mas Mariana destaca uma das mais comuns: a por espécie – especialmente em pescado – e a adulteração de produto, como por exemplo de azeite, do leite, ou quando compramos um queijo de búfala que na verdade é mussarela. Mariana explica que muitos chegam até ela com a frase pronta, quando o tema é fraude: “Meus fornecedores são todos credenciados e certificados”. O que a palestrante explica é que hoje os fornecedores também estão suscetíveis a fraude e muitas vezes nem sabem. “É necessário que exista uma maior preocupação para que indústria e cadeia de alimento estejam mais atentas ao que está acontecendo, onde, infelizmente, a fraude de alimentos é uma realidade”, esclarece. Sobre as tendências, Mariana explica que em vez da vitimização, o produtor deve buscar ferramentas. Umas delas é a prevenção, ou seja, não se tratar mais a questão de forma reativa e sempre prevenir. Atender à legislação, tomar conta da sua produção, e assim se precavendo de problemas com o consumidor, que hoje tem um perfil antenado e informado com as redes sociais. A outra tendência é o uso da tecnologia. “Não deixar de entender que hoje a tecnologia está ai para ser usada, tanto em termos de identificação do problema, quanto em mostrar para o mundo o que se tem feito para se prevenir”, explica.

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