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A China aprovou o certificado sanitário internacional para importar lácteos do Brasil. Com a abertura da Rússia e agora mais esse novo mercado, as exportações do Brasil podem chegar a US$ 22 milhões por ano. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, fez nesta quarta, dia 9, um balanço sobre a abertura de novos mercados. Sobre a China, ela disse que a pasta encaminhou formulários para todos os laticínios interessados em exportar. – Com a China, nós tivemos a resposta esta semana que o nosso certificado vai valer. Queriam negociar um novo certificado, ponto a ponto, mas eles aceitaram que o certificado de anos atrás com alguns pontos, e as empresas podem encaminhar. As mesmas 26 que se habilitaram para Rússia podem se habilitar para a China – disse ela, em Brasília. Com relação às carnes, os chineses, que já haviam liberado oito industrias de carne bovina em maio, estão finalizando o relatório das 13 plantas visitadas em junho. O documento vai servir de referencia para aprovar um total de 24 unidades, incluindo de frangos e suínos. Sobre o embargo da Arábia Saudita à carne brasileira, que dura desde 2012 por causa do caso de vaca louca atípica, a ministra disse que falta assinar o novo acordo sanitário. – [os sauditas] Já responderam que esta tudo ok. Vamos assinar e eles podem começar a comercialização – afirmou. Sobre os Estados Unidos, Kátia Abreu afirmou que o Brasil já encaminhou toda documentação necessária e são os americanos que devem respostas aos brasileiros, para só depois sair a agenda de missões técnicas. A próxima aposta está em uma reunião em outubro no México, que além de ampliar o mercado principalmente de carne de frango, pode resultar em um acordo bilateral com o Canadá para exportações de carne bovina. – No México, vamos reunir todos os ministros para tratar de defesa agropecuária, com uma plataforma de transito de animais – disse.

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