CPT - Centro de Produções Técnicas

Um grupo de delegados do Estado de West Virginia, nos EUA, resolveu celebrar a aprovação de legislação que reduz as restrições ao consumo de leite não pasteurizado. Fizeram-no bebendo leite cru e o resultado foi péssimo: quase todos ficaram doentes com problemas de estômago. Os visados dizem que a infeção é de origem viral e não teve nada a ver com o consumo de leite não tratado. Lembram que é frequente haver infeções no edifício do capitólio estadual, em Charleston. Mas os problemas de estômago são um dos efeitos mais frequentes do consumo de leite em estado puro. O centro para o controlo de doenças infeciosas (CDC) reporta que o leite não pasteurizado multiplica por 150 o risco de intoxicações alimentares, quando comparado com o leite tratado. E aumenta 13 vezes a necessidade de tratamento hospitalar de quem é infetado. O governador Earl Ray Tombline aprovou na semana passada uma lei apresentada pelos delegados estaduais que permite a partilha de animais que produzem leite e autoriza o consumo de leite não pasteurizado. Mas faz depender o ato da obrigação de os consumidores assinarem um documento em que dizem ter noção dos riscos associados. Os animais em causa têm de ser alvo de exames veterinários no último ano. Ainda assim, o estado mantém restrições à venda e até ao simples consumo de leite cru.

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