CPT - Centro de Produções Técnicas

O Brasil apresentou, no período de 1990 a 2004, uma taxa de crescimento insignificante da importação que foi 0,73% ao ano. Todavia, ao subdividir este período, observa-se comportamento diferente nos dois subperíodos. De 1990 a 1999, as importações cresceram 16,59% ao ano e, de 2000 a 2004, diminuíram 36,53% ao ano. O Brasil deixou de ser o grande importador de lácteos da década de 90. Destaques De 2000 a 2004, as exportações de lácteos aumentaram à extraordinária taxa de 52,25% ao ano; Em 2004, pela primeira vez, as exportações foram maiores que as importações. Esses resultados mostram que a indústria de laticínios deve investir na ampliação do parque industrial. De 1990 a 2004, o consumo aparente, resultante da produção mais importação e menos exportação, aumentou 3,12% ao ano; de 2000 a 2004, cresceu menos, 2,52% ao ano, em razão do crescimento da exportação. Mais interessante que o consumo aparente anual é o consumo per capita. Nos anos 90, o consumo aparente per capita cresceu, em média, 2,80% ao ano, em virtude, sobretudo, do Plano Real, que aumentou o poder de compra do consumidor. A partir de 2000, a economia brasileira cresceu muito pouco, o que causou crescimento de apenas 1,11% ao ano no consumo per capita de lácteos. Esse resultado permite chegar a duas conclusões importantes: As deficiências no desempenho da economia nacional empurram a cadeia produtiva do leite para o mercado internacional; O valor absoluto do consumo per capita de lácteos, no Brasil, é inferior ao recomendado pelos organismos internacionais de nutrição humana. Isso significa que há um grande mercado doméstico a ser desenvolvido.   Fonte: Sebrae/MG, adaptado pela Equipe Milknet 06/01/2009

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