CPT - Centro de Produções Técnicas

Um simples descuido na segurança dos alimentos ou na higiene de todo o mecanismo de produção podem causar danos irreversíveis. Para o espanhol e representante da EHEDG – European, Rafael Soro Martorell, o procedimento correto como parte da estratégia de qualquer empresa garante outro benefício: a redução de custos. Na visão do especialista, o projeto de segurança alimentar deve ser parte do desenho dos maquinários, conceito definido por ele próprio como “design higiênico”, a fim de evitar ajustes necessários no futuro. “Esse conceito nada mais é do que o desenho que incorpora características para reduzir ou eliminar riscos de contaminação dos produtos, tanto de forma direta como indireta”, explica. Neste caso, os materiais devem ser estáveis e inertes, considerando sua resistência aos agentes de desinfecção. Já as superfícies precisam facilitar o trabalho da limpeza. Mudar e se moldar à estratégia do “design higiênico” esbarra na própria dinâmica do mercado. Martorell ressalta que a versatilidade da indústria de alimentos é uma característica que dificulta adequações instantâneas em qualquer linha de produção. “A dinâmica desse mercado atende e se adapta rapidamente à demanda do consumidor. Uma mudança simples na embalagem impacta diretamente processos e projetos que precisam ser revalidados”, observa.

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