CPT - Centro de Produções Técnicas

Foram inaugurados mais quatro empreendimentos da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), em Rio Verde, a 231 quilômetros de Goiânia. . O investimento nessas quatro unidades produtivas foi de R$ 213 milhões. A Fábrica 1 de esmagamento de soja, inaugurada em 1983, é um exemplo das instalações que foram totalmente renovadas. Sua capacidade de processamento saltou de mil toneladas para 3 mil toneladas por dia. Com isso, a unidade também recebeu um novo extrator de óleo de soja. Com as duas indústrias que possui, a Comigo passa a ter capacidade total de esmagamento de 5,5 mil toneladas por dia. No setor de rações, uma nova fábrica foi construída, com capacidade de produção nominal de 60 toneladas por hora de rações fareladas, preparadas para aves e suínos. Essa mesma unidade tem mais duas opções de produção: rações peletizadas (25 toneladas/ hora), atendendo animais como equinos e coelhos; e rações extrusadas (20 toneladas/ hora), para a produção de alimentos destinados a cães e peixes, um mercado em crescimento. Também com duas unidades produtivas de rações – a primeira fábrica produz para ruminantes (bovinos, caprinos e ovinos, além de avestruzes) -, a nova capacidade total da cooperativa no setor atingirá 110 toneladas/hora. <b>Leite</b> No laticínio, seguindo os padrões mais exigentes de qualidade, a estrutura da unidade foi ampliada, passando a produzir o leite Longa Vida (UHT) dos tipos integral, desnatado e sem lactose. A capacidade de produção dobrou, chegando a 250 mil litros por dia de leite processado. Na industrialização, todo o sistema de preparo (pasteurizador, homogeneizador, esterilizador e tanque asséptico) e envase de embalagens cartonadas SIG têm velocidade média de 11 mil a 12 mil unidades de um litro, por hora. É uma estrutura automatizada e uma das mais modernas da indústria láctea brasileira. A Cooperativa ainda produz queijos, manteiga, doce de leite e bebidas lácteas. <b>Fertilizantes</b> Com controles totalmente automatizados, a nova e ampla fábrica de fertilizantes da Comigo impressiona pelo tamanho, ocupando área total de 26 mil metros quadrados. A capacidade produtiva agora é de 240 toneladas por hora, o dobro do processo anterior. Nessa unidade, há 18 boxes para matérias-primas, sendo 12 com capacidade de 7,5 mil metros cúbicos e seis, com 3.750 metros cúbicos, elevando a capacidade de armazenagem interna e reduzindo custos com armazenagem no porto. <b>Ampliação e modernização</b> Nos últimos quatro anos, a Comigo investiu mais de R$ 400 milhões na ampliação e modernização de suas indústrias, armazéns e lojas agropecuárias, aproveitando o bom momento do agronegócio. Parte das obras já foi concluída e, oficialmente, já entraram em operação em várias cidades de sua área de ação. Segundo o presidente da Comigo, Antonio Chavaglia, os investimentos foram feitos com o apoio dos cooperados e com o intuito de gerar melhorias de atendimento e de renda para a cooperativa, cujo resultado é revertido ao próprio associado. “Elevamos a capacidade produtiva de várias indústrias e agregamos valor aos nossos produtos, com uma estrutura moderna e dinâmica. Também abrimos novas lojas e armazéns. Estamos dando o exemplo de que acreditamos em um País produtivo, cujo agronegócio assegura superávit constante na balança comercial do Brasil. Vale ressaltar que não podemos deixar a cooperativa envelhecer, temos sempre de renovar, adequar e evoluir”, diz Chavaglia, um dos fundadores da Comigo. <b>Cooperados </b> Nestes quatro anos, o aumento do quadro social e funcional da Comigo também merece destaque. No primeiro caso, o incremento foi de mais de 30%, atingindo hoje a marca de 6.528 cooperados. A geração de empregos também foi relevante e cresceu em mais de 35%, atingindo 2,3 mil funcionários diretos. Pelo seu desempenho, a Comigo recebeu importantes homenagens em 2013 e 2014: Campeã Nacional do Setor Agropecuário, pelo jornal Valor Econômico; e também do Setor de Grãos, pela revista Exame; Destaque Nacional em Cooperativa Agrícola, pela revista IstoÉ Dinheiro Rural; e do Setor Oleaginosas, pelo Fórum Lide Agronegócio. Perto de completar 40 anos (em julho de 2015), sólida e dinâmica, a cooperativa segue cumprindo sua missão, planejando e criando alternativas para se viver melhor.

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