CPT - Centro de Produções Técnicas

Uma forte aposta da Comigo dentre os investimentos feitos para reforçar seu segmento agroindustrial é na produção do leite tipo UHT ou longa vida, nas versões integral, desnatado e sem lactose. A cooperativa já produzia lácteos e leite pasteurizado "barriga mole" (saquinho), mas concluiu no início do ano as obras de construção de seu novo laticínio, que há mais ou menos um mês estreou com capacidade para processar 200 mil litros diariamente, podendo alcançar 400 mil litros no futuro. A nova instalação permitirá a entrada da Comigo num segmento com grande concorrência em Goiás, onde já existem fábricas da Nestlé, Italac, Itambé e do Laticínio Bela Vista. O Estado é o quarto maior polo de produção leiteira do país, de acordo com último levantamento do IBGE divulgado no fim do ano passado. O presidente da Comigo, Antonio Chavaglia, informou que a nova unidade industrial, orçada em R$ 25 milhões, já está produzindo 50 mil litros de leite por dia. E que os principais mercados-alvo são o próprio Estado de Goiás e o Distrito Federal, onde o produto alcança as prateleiras do varejo a custos mais baixos de transporte pela proximidade com a unidade industrial, sediada em Rio Verde. Mas os mercados de Minas Gerais e Tocantins também estão no foco comercial do leite da marca Comigo, que será vendido ao preço de R$ 1,90 a caixinha no atacado. "Resolvemos ingressar nesse mercado para tentar aumentar nossa participação em lácteos, que hoje não representa mais que 3% do faturamento global da cooperativa", diz Chavaglia. "É uma possibilidade a mais para aumentar a renda do produtor."

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