CPT - Centro de Produções Técnicas

Numa altura em que a China comemora o arranque de um novo ano – o Ano da Cabra – na Nova Zelândia há a habitantes preocupados com as suas cabras e vacas, e por causa dos chineses. Aliás, da forte expansão de fábricas de produtos lácteos detidas por chineses. Um desses casais é Ken e Patricia Graham que, segundo o Wall Street Journal (WSJ), têm um novo vizinho na quinta onde escolheram gozar a reforma e fazer criação de gado: uma fábrica chinesa de leite em pó. A propriedade de 165 milhões de dólares (145 milhões de euros) que tem estampada o nome da empresa em caracteres chineses – Yashili – enche a vista do seu alpendre. A dimensão da fábrica foge a todas as proporções da pequena aldeia rural de Pokeno, que conta com uma população de 400 habitantes. Até então, o maior edifício que havia era um motel de 14 quartos. A grandiosidade da fábrica espelha a força com que a China está a entrar no país. Este interesse surge do forte apetite dos chineses por leite e produtos lácteos, que tem levados vários grupos do Império do Médio a investir em fábricas, campos agrícolas e imóveis, agitando a pacata vida daquele local. Embora haja outros países na zona da Ásia-Pacífico a sentir os efeitos do investimento chinês, a combinação demografica e geográfica amplia o impacto na Nova Zelândia.

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