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"A Europa vai demorar mais tempo porque a profundidade estrutural do problema é maior que nos Estados Unidos", disse ao Financial Times, Paul Bulcke, CEO da Nestlé. Se relativamente a Portugal e Espanha Bulcke reconhece que "se começa a ver alguma cor", graças às "liderança políticas que tomaram medidas muito, muito firmes," no espaço europeu como um todo ainda há muito por fazer, argumentou. "Alguns países ainda têm muito trabalho de casa para conseguirem condições de crescimento", diz. No entanto, no futuro, o cenário pode ser risonho. "Acredito mesmo que a Europa tem todas as condições para ser competitiva no futuro", afirmou o gestor. Ainda assim, nem só na comparação com os Estados Unidos a Europa se está a revelar lenta. Paul Bulcke, o responsável pelo maior grupo mundial de produtos alimentares, encontra outro campo em que os europeus também apresentam fragilidades. "Na Europa ocidental não vemos a confiança dos consumidores a crescer rapidamente. Por outro lado, nos mercados emergentes, vemos os consumidores a olhar muito positivamente para o futuro", diz.

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