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A definição sobre a possível venda da divisão de lácteos da BRF está cada vez mais próxima, indicou na sexta-feira o CEO da empresa, Claudio Galeazzi, em teleconferência com analistas para falar dos resultados da companhia no segundo trimestre. Ainda que a os executivos da companhia já não escondam que se desfazer de toda a operação de lácteos é o ideal, a BRF admitiu, pela primeira vez, que tem um plano alternativo caso a venda não vingue. "Estamos no processo de análise das propostas que recebemos de investidores externos e estratégicos. Acreditamos que nos próximos meses vamos ter uma definição", disse, na teleconferência. A BRF não diz o nome dos interessados, mas as francesas Lactalis e Danone, a mexicana Lala e a canadense Saputo fizeram propostas pela divisão de lácteos, conforme o Valor já informou. No mercado, estima-se que a divisão de lácteos da BRF estaria sendo negociada por até R$ 1,5 bilhão. A área, que detém marcas como Batavo e Elegê, registrou receita líquida de R$ 703 milhões no segundo trimestre, o equivalente a 9% da receita total da BRF, que foi de R$ 7,671 bilhões no período, conforme balanço divulgado na quinta-feira. Galeazzi revelou a analistas que a BRF deseja vender toda a operação de lácteos. "Para alienarmos a parte de lácteos, tem que ser um pacotão inteiro. Vai com marcas, fábricas, bacia leiteira". Essa preferência pode significar dificuldade adicional na venda da divisão, já que algumas empresas interessadas podem desejar ativos específicos – algumas marcas ou fábricas, por exemplo. Galeazzi afirmou que a BRF já tem alternativa para driblar a situação. "Estamos com o plano C, caso a venda não seja interessante". Segundo ele, o plano consiste no desmembramento da divisão em uma empresa indepContente. "Vamos continuar [no setor], mas de forma totalmente diferente. [Faríamos] um

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