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O agronegócio do leite na Bahia é um dos segmentos mais importantes no suprimento de alimentos, geração de postos de trabalho e renda. Essa afirmação foi do secretário da Agricultura da Bahia, Jairo Carneiro, representando o governador do Estado, Jaques Wagner, durante a abertura do 5º Encontro das Indústrias Baianas do Setor de Leite e Derivados, nesta sexta-feira (26.09). O secretário Jairo Carneiro destacou o Plano de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira (Leite Bahia), iniciativa do governo do estado, por meio da Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), como um grande avanço no incremento do setor lácteo, que busca tornar a Bahia autossuficiente na produção de leite. “Após um longo período de estiagem o Leite Bahia, inserido no Programa Vida Melhor inclusão Produtiva, do governo federal, vem como um instrumento importante de recuperação dos produtores. O programa está voltado para o desenvolvimento da produção de leite nas propriedades de agricultura familiar, executado a partir da integração de esforços do governo nas esferas Federal, Estadual e Municipal, em parceria com a sociedade e o setor privado”, enfatizou o secretário da Agricultura. O presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Leite do Estado da Bahia (Sindileite), Paulo Cintra, chamou a atenção para o para o trabalho de inspeção executado pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado à Seagri. “Temos a Adab como uma aliada no estímulo ao potencial do Estado no processamento de leite inspecionado e de qualidade”, disse. <b>Laticínios na Bahia</b> No segmento agroindustrial o parque baiano é composto por 23 Laticínios do Serviço de Inspeção Federal e 155 registrados no Serviço de Inspeção Estadual. Desse total, 55 foram inaugurados no período de 2007 a 2014, promovendo assim, a legalização de aproximadamente 150 mil litros/leite/dia, com garantia de inocuidade e segurança do alimento. Regionalmente, temos alguns grupos e produtores investindo fortemente na produção de leite, que tem sido comercializado, a nível de fazenda, com preços entre R$1,05 e R$1,20. O fato de termos sub-produtos do leite e do milho em abundância e com preços competitivos, além da torta de algodão, favorece a produção. Por outro lado estão sendo usados pastos irrigados durante o estio como fonte segura de leite orgânico.

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