CPT - Centro de Produções Técnicas

A reunião foi para tratar das ações nas áreas de qualidade do leite e dos programas de pagamento por qualidade, transferência de tecnologia, assistência técnica e qualificação, sanidade e inspeção, gestão industrial e transporte, além da política tributária e desenvolvimento de mercado. As propostas foram apresentadas por cinco grupos temáticos que buscam desenvolver a cadeia produtiva do leite em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Entre as sugestões voltadas para melhoria da qualidade do leite está a de adaptar a Instrução Normativa 62 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A IN 62 determina os parâmetros de qualidade do leite no Brasil, principalmente da captação, da presença de células somáticas e do número de bactérias no leite. Assim que o documento for colocado em Consulta Pública, a Aliança Láctea Sul Brasileira fará sugestões embasadas em trabalhos científicos que sustentem as propostas encaminhadas. Os três estados discutiram ainda formas de harmonizar os conceitos de assistência técnica para os produtores de leite. Os sindicatos das indústrias de laticínios se propõem a definir modelos de assistência técnica a ser oferecida aos fornecedores de leite, inclusive por meio de convênios com o Ministério da Agricultura e Ministério do Desenvolvimento Agrário. Quando o assunto são as fraudes no leite, a Aliança Láctea Sul Brasileira se manifesta totalmente a favor da continuidade das investigações com punições aos fraudadores. Santa Catarina se destaca como o quinto produtor nacional de leite, com uma taxa de crescimento médio de 8,6% ao ano, e é responsável por 7,9% da produção do Brasil. Com 80 mil famílias rurais envolvidas, a produção de leite está localizada, principalmente, em pequenas propriedades de agricultores familiares, ou seja, mais de 60% das propriedades tem área total menor que 20 hectares.

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